Bom meu amigo Paulo, eu li seu comentário hoje mais cedo no post que fiz do Moonlight e não resisti, cara. Tive que criar um post porque nem todo mundo lê os comentários. Achei muito bacana o que você escreveu la, direto, simples e muito esclarecedor, usando exemplos clássicos da música cristã. Tomei a liberdade […]
Bom meu amigo Paulo, eu li seu comentário hoje mais cedo no post que fiz do Moonlight e não resisti, cara. Tive que criar um post porque nem todo mundo lê os comentários. Achei muito bacana o que você escreveu la, direto, simples e muito esclarecedor, usando exemplos clássicos da música cristã. Tomei a liberdade de criar esse post e espero que você goste.
Pra quem tá boiando no assunto, dêem uma conferida na discussão que rolou nos comentários dos posts da banda Crimson Moonlight, clicando ai oh: Crimson Moonlight – Eternal Emperor. E sintam-se à vontade para comentar e debater no espaço feito para isso, os comentários do post.
Vira e mexe esse assunto aparece por aki, né?
Normalmente costumo não me posicionar nas discussões da galera do blog porque realmente acho que, na vida, ninguém está 100% certo, nem errado.
O aprendizado está, realmente, na discussão de alto nível e respeito pela opinião alheia, mesmo entre partes que pensam de maneira oposta. Porém, até quando as pessoas vão se julgar donas da verdade e usar a Bíblia para justificar a sua própria intolerância? Se formos reparar, até bem pouco tempo, artistas que hoje consideramos “certinhos” também foram apedrejados por esses mesmos intolerantes: na década de 80, quando Amy Grant fez um disco que falava de temas desconcertantes como fidelidade conjugal e holocausto (Lead Me On) a galera intolerante “torceu o nariz”… (Atualmente o disco Lead Me On foi votado como o disco mais importante da música cristã de todos os tempos pela Revista CCM)!!!
Quando escreveu “Baby Baby”, teve que se apresentar no Grammy cantando para o filho para provar que o “baby” em questão era ele e não um namorado… Nesse mesmo CD, ousou falar de abuso sexual numa letra contundente “Ask me if I think there’s a God up in the heavens. Where did He go in the middle of her shame?”.
A galera “horrorizada” achou que a coitada tinha “se desviado” de Deus porque foi honesta consigo mesma; quase baniram o Petra quando os caras “ousaram” fazer um cover de “God Gave Rock’n’Roll to you” (Deus deu o Rock’n’roll para você) no disco Beat the System. Galera intolerante ficava horas rodando o discão ao contrário pra ver se descobria alguma “mensagem subliminar”!!E no Brasil? Até o grupo “Vencedores por Cristo” passou maus bocados nos anos 70 pq gravou bossa-nova no disco “De Vento em Popa” (clássico!)e ainda usou termos da moda como “pileque” (o que??? não pode!!!) – diziam os intolerantes…
No disco Louvor II, quase tiveram que recolher uma tiragem inteira por que o Sérgio Pimenta escreveu que “Deus mandou Jesus pra consertar a sua história”… É isso!!! Enquanto encararmos as diferenças que existem entre cada um de nós com intolerância, sempre haverá “caça às bruxas”.
Fica sempre mais fácil criticar do que conviver com a diversidade que devia, isso sim, ser encarada como um presente de Deus para as nossas vidas.
Apenas Música.






2 Comentários
Q
Por falar em VPC , neste disco “de vento em popa” , quando vc roda ao contrario ; sai oque ? faz tanto tempo que não me lembro mais , então por não lembrar com certeza , prefiro não afirmar , mas me lembro das frases : seja livre , seja livre sim ; conheça a JESUS , aceite a JESUS ! e no Rebanhão na parte em que o Carlinhos Felix canta ” Descobri o seu AMOR !”. Como bem declarou o Mike Lee; DEUS usa quem ele quiser , ninguem é super Crente, muito pelo contrario ; quem está exposto precisa é de nossas orações.