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Você tem uma banda e quer divugar o seu som aqui? Tem algum amigo que faz um som legal e quer mostrar pro resto do mundo, mas não sabe como? Aqui é o lugar. Banda da semana, bandas independentes do nosso Brasil que fazem um som criativo e agradável aos ouvidos dos vizinhos. Envie seu material e apareça.
Essa seção do blog será destinada a divulgar bandas novas do cenário nacional, bandas que estão gravando suas demos e ensaios e querem divulgar o seu trabalho para a galera ou até mesmo bandas que já possuem CD e querem ser divulgadas no blog.
Se você tem uma banda ou conhece alguém que tenha uma banda cristã que faz um trabalho bacana, que tem um som daqueles, envie-nos uma mensagem com o nome da banda e e-mail para contato para que possamos postar sua banda aqui no blog e colocar a banda na seção BANDA DA SEMANA.
e-mail para contato: apenas.musica.blog@gmail.com
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Fundada em julho de 2006, a Audiovoltz trás um som que mescla hard rock, grunge e new metal, explorando sua temática na análise do comportamento humano e sugerindo uma reflexão a cerca do mesmo em letras provocativas e confessionais.
O PROJETO
Dentro da cronologia humanamente usada, a Audiovoltz começou enquanto o vocalista Kenny Santa Cruz e o guitarrista Leo Ferreira compunham músicas para a Ruah, banda que os uniu pela primeira vez e já trazia uma sonoridade com fortes influências do progressivo e heavy metal. Observando a complexidade da música que estavam produzindo, surgiu um desejo de criar abordagens mais simples, que chegassem ao público de forma mais direta porém sem perder o vigor, técnica ou sentimento bem característicos ao rock. E à medida em que buscavam novas possibilidades, essas percepções ganhavam forma em novas composições, orientadas tanto em letra quanto em música para uma linguagem que fosse acessível a um perfil mais abrangente de ouvintes, independente da tribo, convicção política-religiosa-futebolística-social ou de uma suposta compreensão musical apurada. Queriam fazer música focada não no entretenimento gerado por ela – embora faça uso desse artifício – mas como veículo de idéias sobre as coisas que rodeiam a todos, todos os dias. Música enquanto arte, fazendo releituras do mundo através das percepções dos autores e compartilhada com a estética sonora resultante da interação entre os dois.
Analisando o contraste entre esse direcionamento e os trabalhos anteriores, Kenny explica: “o virtuosismo musical tem sua função e sua beleza, cabendo perfeitamente nas aspirações de quem sente-se atraído por malabarismos técnicos e estéticos – e isso em si mesmo não é nenhum problema, pelo contrário! Mas a proposta da Audiovoltz está muito mais focada na comunicação, na interação com o ouvinte unindo-o à banda numa única batida, sincronizando pés, mãos e corações no mesmo ritmo. Se além disso tivermos no saldo alguma reflexão sobre o que cantamos, então todo o resto teve uma razão proveitosa de existir”.
COMPONENTES
Kenneth Santa Cruz, ou apenas Kenny como é mais conhecido, apegou-se à música desde a infância, tendo no pai o incentivo para apreciar bons autores e intérpretes. “Do jazz de Count Basie e John Coltrane ao new age de Kitaro e Jean-Michel-Jarre, passando por clássicos como Beethoven e Mozart, bem temperados com Toquinho, César Camargo Mariano, Baden Powell e Tom Jobim – era assim a trilha sonora do café da manhã e das tardes de domingo da família desde minhas lembranças mais antigas”. A partir daí foi surgindo o interesse por fazer música e aos poucos o rock foi ganhando espaço em sua preferência, através de grupos como Skid Row, Guns ‘n’ Roses, Mettalica, Legião Urbana e Biquíni Cavadão. Os primeiros acordes ao violão e a descoberta da voz chegaram por meio de amigos do bairro e algum tempo depois a igreja tornou-se sua primeira escola de música. A primeira participação numa banda veio por volta de 1995 através do convite do amigo guitarrista Walter Lima, que precisava de uma segunda guitarra na banda Haggios Dynamis – mas a única participação efetiva com eles foi uma música tocada num show na UESA. Após isso a Haggios parou os trabalhos e Kenny ficou sem banda até que em novembro de 2003 Mário “Brother” Alves estava à procura de um vocalista para a banda Ruah e o convite foi aceito, numa parceria que durou até agosto de 2006 e rendeu a gravação de um EP, premiações num festival de bandas de rock em Maceió, muitos shows e resultados positivos, além das amizades e experiência adquiridas com os companheiros de banda.
Leo Ferreira também traçou um caminho musical bem eclético desde o início. Começando com aulas de teclado, a paixão pela guitarra surgiu pela oportunidade de acompanhar seu pai em sua banda profissional. Muitos bailes, estudo e passagens por projetos dos mais diversos, como MPB, thrash metal, blues e música regional, lapidaram o talento e a criatividade para que chegasse à banda de hard rock Jornada, na qual compôs e produziu um cd que infelizmente não chegou a ser lançado. Justo nessa época foi convidado por Kenny pra fazer um teste na Ruah devido à saída de Mário em março de 2005. Esse contato rendeu boas composições para a banda e também deu início à parceria que gerou o embrião da Audiovoltz pouco tempo depois.
Para completar o grupo foram convocados dois reforços essenciais: Victor Savio na bateria e Talmir Sena no baixo. Victor assumiu as baquetas mesmo não fazendo parte das rodas de músicos já conhecidos entre as bandas de Alagoas. Amigo de Kenny há alguns anos, sua pegada firme, aliada ao talento vocal a afinidade com diversos estilos musicais logo provaram que Victor possuía potencial criativo para somar ao grupo, ajudando nas definições dos arranjos e nas composições. Talmir chegou por último mas já era conhecido dos outros componentes e estava em “férias coletivas” de sua banda anterior quando foi chamado para um teste em dezembro de 2006, período em que o baixista inicial do projeto decidiu seguir outros caminhos. E logo em seus primeiros contatos plugados com o resto da banda era claro que Talmir havia trazido na bagagem não só o baixo, mas muita energia e atitude no palco. Vontade de crescer musicalmente foi uma das coisas que expressou logo que chegou, recém saído das vertentes mais aceleradas do hardcore e procurando por um projeto no qual pudesse explorar mais sua musicalidade, indo além do que já tinha feito até então.
PRIMEIRO EP E FUTURO
Com um EP de cinco faixas lançado em janeiro de 2008, a banda segue firme, compartilhando suas idéias através de um rock que propõe-se a fazer pular, gritar, sentir, pensar e sobretudo provocar uma abertura à auto-reciclagem, visando um (re)posicionamento consciente diante do imenso cardápio oferecido a qualquer cidadão da pós-modernidade. Sem distinções.
Web: www.myspace.com/audiovoltz
E-mail: audiovoltz@gmail.com
Fones: (82) 9922-4473 (Chrystyan) / 9111-3750 (Kenny)
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Artist……………: Audiovoltz
Album…………….: EP#01
Genre…………….: Hard Rock
Source……………: CD
Year……………..: 2008
Quality…………..: CBR 128, (avg. bitrate: 128kbps)
Channels………….: Stereo / 44100 hz
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Tracklisting
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1. (00:04:54) Audiovoltz – Jogo fatal
2. (00:04:07) Audiovoltz – Fantoche
3. (00:05:05) Audiovoltz – Olhar e palavras
4. (00:05:14) Audiovoltz – Até o sol sorriu pra mim
5. (00:03:48) Audiovoltz – Sem você
Playing Time………: 00:23:08
Total Size………..: 20,00 MB
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A segunda banda que entra pro mural do Banda da semana são os caras do Sniper, banda muito fera de Hard Rock do Rio de Janeiro, confiram a matéria abaixo. Sniper é uma banda de Hard Rock, com elementos de pop, oriunda do Rio de Janeiro. A sua sonoridade é influenciada por diversas tendências, desde bandas de Hard Rock, como Aerosmith, Scorpions, Iron Maiden, Guns’N Roses, Deep Purple, Metallica, Gramatrain, passando por expoentes do New Metal, como Linkin’ Park, Creed, Nickel Back, P.O.D., ainda com uma pitada do grunge. O primeiro CD – “SNIPER – FIELDS OF FIRE” – começou a surgir em 1999. Stteffen Kraus produziu algumas faixas com Armando Souza (da TV Globo), até encontrar a WNCS Records, selo independente, onde fez uma grande parceria até a finalização do trabalho, com a produção de Marco Santos (produtor da Herbert Richars e da WNCS Records).
As músicas tratam principalmente de aspectos psicológicos da vida, do amor, da busca da justiça social e da verdade, dentre outros temas, todos convergindo para o conflito interno, inerente aos seres humanos, entre o bem versus o mal. Através deste ponto de partida, fez-se uma conotação com a guerra, com as explosões, com os campos de batalha e com o fogo cruzado, evidenciados nas imagens do CD. Stteffen procurou fazer uma apologia ao sentimento nobre de procurarmos sempre o lado benéfico da vida; mesmo que, muitas vezes, tenhamos que passar por tentações e privações.
O trabalho já foi reconhecido por diretores cinematográficos: várias faixas foram requisitadas para a trilha sonora de 2 filmes (“Triste Lembrança” – de Sérgio Chaves; e “Lucidez” – de Jorge Tássio). Além disso, as músicas do álbum têm tocado em diversas rádios, tais como: ‘Transamérica Rio’, ‘Transamérica Curitiba’, ‘Rádio Ipanema’ e ‘Pop Rock’ de Porto Alegre, ‘Novos Horizontes’ e ‘Mais Nova’ de Santo Ângelo.
O material da banda foi também enviado para Los Angeles-USA (onde poderá vir a ser remasterizado), Lisboa-Portugal, Tóquio-Japão e Roma-Itália, sempre recebendo rasgados elogios de produtores locais, os quais destacam a grande quantidade de faixas num mesmo CD com potencial para se tornarem hits, e a qualidade da produção, que nada fica a dever às produções estrangeiras.
3 – AS MÚSICAS
CD: “SNIPER – FIELDS OF FIRE”
- Angel: Fala sobre a busca de um amor, que é, afinal de contas, o destino do ser humano: amar, sem limites… Mostra a liberdade para a alma, quando se está na presença da pessoa que se ama, com a qual devemos partilhar nossos sonhos.
- Weak: Trata-se de uma reflexão sobre o real valor da vida, que é frágil e pode acabar em qualquer instante. Sugere que o ser humano não se deixe conquistar pelas próprias vitórias, nem que se entregue aos seus fracassos.
- Heroes: Exalta os verdadeiros heróis da humanidade: as pessoas comuns, anônimas, as quais devem ser duras e cruas consigo mesmas para vencer todas as dificuldades (inspirada em Nitzche). Faz referência à passagem da Bíblia que diz: “…e porque és morno, deverias ser cuspido da boca de Deus.”
- Und
er Destruction: Fala da destruição do ser humano, diante da repressão da modernidade, com mudanças incessantes de comportamento e valores. Sob toda essa destruição, só encontrará a restituição ouvindo a Deus. - Through Your Eyes I Guess Your Soul: Trata da complexidade de um amor, o qual esconde um lado ainda desconhecido. Faz uma abordagem indireta dos olhos como espelhos da alma.
- Fields of Fire: É uma referência a Isaías: “Se tiver que passar por águas profundas, ou atravessar o fogo…” Teu amor me trará de volta. Fala, portanto, da confiança em Deus, que sempre nos amará e ficará esperando pela nossa resposta.
- Carry On: Fala sobre ser você mesmo, acreditando na passagem: “Haverá um tempo em que os últimos serão os primeiros”, ou seja, aqueles que são desprezados neste mundo, terão seu lugar de honra nos céus.
- A Little Bit Higher: Lutar pelos seus sonhos, sabendo que a vida é um sobe e desce, buscar um lugar um pouco mais alto, pois a batalha apenas começou.
- Without Love: É a música mais antiga do CD. É uma releitura de Coríntios 13: Mesmo que falasse a língua dos anjos e dos homens…..Sem Amor de nada valeria. Fala do amor como o maior dom que o homem pode buscar.
- Womb: É uma piada inspirada em Charles Chaplin. O homem deveria morrer primeiro e ir ficando cada vez mais novo, para poder aproveitar melhor a vida.
- Crying: Tem o roteiro semelhante a um filme. Começa com um soldado chorando ao escrever uma carta, na qual declara lamentar não ter demonstrado todo o seu amor pela esposa. Escreve o quanto mudou, marcado pelas atrocidades da guerra, mas, de repente, ouve-se um estouro e ele acorda… Estava apenas sonhando, mas logo se levanta para buscar um novo emprego, ainda chorando. Trata-se de uma grande metáfora, em que a guerra real é o seu próprio dia-a-dia.
- All your Dreams: É um estímulo contra o desânimo, uma mensagem de encorajamento pela construção dos sonhos (para onde se pode fugir, antes de dormir…), pois há um longo caminho pela frente, muito pelo que lutar.
André Mariano – Vocal
Eraldo Agostinho – Guitarra Solo
Erasmo Agostinho – Guitarra base
Rafael Couto – Bateria
Anderson – Baixo
You Tube
My Space
Fotos Atualizadas
Bandas de Garagem
Multiply (mp3)
Multiply (videos)
You Tube
Bandas de Garagem
A primeira banda que se dispos para o projeto foi a banda Grato!
Confira a matéria abaixo.
Surgida em março de 2007 em Goiânia – GO, a Grato! vêm praticar um estilo inovador e diferenciado: o rock cristão alternativo. Melodias sofisticadas e marcantes, arranjos equilibrados, vocais envolventes e uma construção harmônica que preza pelo desenvolvimento lento e gradual de seus tons, conquistando o ouvinte pelo sussurro e atmosfera, mas também pela energia.
As letras trocam a agressividade gratuita de tantas bandas de rock pelo verso reflexivo e mensagens que retratam experiências reais com Deus em suas vidas. De ótica assumidamente cristã, a banda não deixa, contudo, este viés cair na pregação panfletária e impositiva. Longe de querer forçar alguém ao que quer que seja, a Grato! prima pela relação respeitosa entre todo tipo de credo e de público.
Seu principal objetivo é mostrar as pessoas que existe um Bem Maior que é capaz de transformar situações adversas de suas vidas ainda que não existam esperanças.
Diversidade esta presente já na sua formação: com músicos de várias vertentes e escolas musicais que se uniram para agregar valor à suas composições, sua própria essência é fundada na democracia e na igualdade, com todos juntos tendo a mesma voz dentro do grupo, trabalhando em prol de um objetivo comum.
Rodolpho (voz), Wanderson (guitarra), Deivid (baixo), Greg (bateria) e David (teclado) trazem uma sonoridade rara dentro do cenário nacional. Com poucas bandas tendo a coragem e a sensibilidade necessárias para arriscar músicas com esta carga emocional e a indispensável riqueza melódica, a Grato! trata basicamente de sentimentos e aspirações, daquilo que o ser humano tem de mais íntimo. Jamais caindo numa melancolia negativa ou numa espécie de rancor contra o mundo, suas músicas expressam a vida com autenticidade, sem se furtar de abordar o que é preciso. Tristeza, euforia, dor, receio, paz, reconstrução, esperança, brio e introspecção são alguns do elementos que constituem suas composições – falam, simplesmente, de nós, e é para todo tipo de ouvido interessado e necessitado do que eles podem oferecer.
Criando-se em cima do palco e gradativamente aprimorando suas composições, crescendo com o curso natural da vida, a Grato! empenha-se sempre em melhorar e fazer sua própria história. Em processo de gravação de seu primeiro CD oficial, o grupo parte para registrar esta estréia e divulgar sua música em todo o Brasil. Sempre reconhecendo a importância de Deus em suas existências e firmes no propósito de fazer a diferença no cenário, a Grato! convida a todos os que quiserem a se juntarem neste caminho!
A Grato! já tem um CD Single com 8 músicas que esta tendo ótima aceitação do público. Como está sendo essa experiência?
Em Junho de 2007 decidimos gravar nossas músicas ao vivo para conferirmos como estavam o andamento do trabalho para escolhermos a melhor com o intuído de gravá-la para participarmos de um
festival de música promovido por uma rádio cristã daqui. Ao ouvirmos o trabalho pronto, nos surpreendemos e vimos que produzimos um material de divulgação e assim lançamos a primeira demo com 5 músicas pela internet e logo prensamos 1.000 cópias que se esgotaram acima das expectativas. As músicas foram destaque no Portal MP3 do Provedor Terra e chegamos a ficar em 11º lugar no ranking de mais ouvidos entre mais de 15 mil artistas de todo o Brasil de maioria do seguimento secular. Em Novembro, já com a entrada do tecladista, gravamos mais 3 músicas e prensamos uma nova Demo. Tudo isso devemos ao nosso Deus que está na frente do projeto.
O segundo CD Single traz um Anjo diferente na capa. Qual foi a intenção dessa figura?
Isso se deve a quebra de paradigmas e preconceitos que faz parte do propósito da banda. Diante de nossa cultura religiosa herdada da idade média em ter imagens de anjos loiros de olhos verdes, pele branca e cabelos encaralocolados, decidimos colocar um anjo fora desses padrões, pois cremos que o esplendor da bíblia não são os padrões medievais ou mesmo da moda atual, mas sim o padrão de pureza de espírito e de alma que estão dentro de nós e não nas aparências.
Então o primeiro contato da banda com o publico foi via Internet. Como vocês vêem esse novo meio de mídia e como foi esse processo?
Hoje em dia devido aos grandes monopólios do mercado musical, a internet tem sido o melhor meio de refugio das bandas alternativas. Como não temos empresário e nós mesmos que cuidamos da parte de investimentos ou mesmo agenciamento, criamos estratégias de divulgação via a rede social mundial da Google o ORKUT, e assim passamos dias e noites visitando os perfis das pessoas deixando o endereço do portal que as músicas se encontram disponíveis, os resultados foram surpreendentes atualmente já foram milhares de downloads e comentários de várias partes do Brasil devido a abrangência do veiculo.
Qual o significado do nome GRATO! ?
Colocamos esse nome devido a Gratidão a Deus pela restauração de nossas vidas e ministério. Tivemos uma banda juntos em 2000, onde chegamos a participar de festivais e apresentações importantes. Como os planos de Deus são perfeitos e o tempo Dele não é o nosso, nos separamos em 2001 e 6 anos depois Ele restaurou o projeto e agora pretendemos levar essa Gratidão a toda humanidade.
Existem membros da banda que participam do ministério de louvor de suas igrejas. Qual seria a diferença entre um Ministério de Louvor e Adoração para uma banda de cunho evangelístico?
A diferença seria basicamente na forma e não no conteúdo, pois cremos que ao trabalharmos letras reflexivas sobre a vida com Cristo, também estamos adorando-o. Porém as letras de um Ministério de Louvor falam em linguagens que nós cristãos já conhecemos e vivemos, já as letras que colocamos em nossas músicas devem conter palavras introspectivas com sentido de atingir aqueles que não conhecem a Palavra de Deus e assim apresentar o Deus de forma a coagir o ouvinte a entrar em nosso universo.
A banda está participando do Festival Rock Sete que acontecerá no Martin Cerêrê ao qual vocês são a única banda Cristã desse evento. O que vocês dizem a respeito?
Para nós é motivo de muita gratidão a Deus pois nosso principal objetivo é justamente conseguir atingir esse tipo de publico, contundo sem omitir nossa identidade Cristã. Temos visto as pessoas comentarem com muita curiosidade pois até então não havia se visto esse tipo de música nos circuitos undergraud de Goiânia. Sabemos que devido a data e hora da apresentação não vamos contar muito com nosso público cristão, porém pedimos para que todos estejam cobrindo-nos com oração e jejum para sermos luz naquele lugar e Deus trabalhar nos corações de quem esteja ali.
Houve alguma mudança no som da Grato! nesse um ano de existência?
Houve uma evolução significativa devido as várias apresentações e novas idéias que vem surgindo ao longo desse período. Como nosso som é basicamente voltado ao experimentalismo, a cada apresentação o público confere novidades que não estão registradas na Demo. Exemplo disso foi a entrada do tecladista em novembro e agora temos participações do guitarrista Alexandre Maciel, de Cuiabá. Fora novas timbragens tanto de guitarra e de baixo, além das novas canções que surgiram ao longo desse período.
Qual seria o recado a nossos leitores que a banda gostaria de deixar registrado, seja ele jovem ou não?
Deixamos nossos sinceros agradecimentos a todos que tem abraçado esse projeto, caminhando junto conosco e vendo isso tudo se tornar realidade a cada dia. Cremos que sozinhos poderemos chegar a algum lugar, mas juntos chegaremos mais longe e com certeza isso agrada o coração de Deus.
A todos colaboradores e futuros adeptos: estejam lembrando de nosso ministério em suas orações e que utilizem de nosso trabalho para os auxiliarem a ganhar vidas, pois ao apresentar as canções a um incredo tenha certeza que Deus falará profundamente aquele coração sedento pela paz que já temos e ele não. Pois assim cumprimos nosso maior legado deixado por Nosso Jesus que é “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” Marcos 16:15.
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Grato! é:
Deivid Ramos – baixo e vocais
Greg Faleiro – bateria
Wanderson Oliveira – guitarra e vocais
David Campbell – teclados












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