Entrevista com Brian “Head” Welch (ex-Korn), da Love and Death

Sete anos atrás, Brian “Head“ Welch se converteu em Cristo e deixou a banda Korn para prosseguir com sua música e seu ministério. Depois de um álbum solo (Save Me From Myself, 2008), Welch se conectou com sua banda de uma maneira mais profunda no caminho de um novo projeto musical, Love and Death.


Sete anos atrás, Brian “Head“ Welch se converteu em Cristo e deixou a banda Korn para prosseguir com sua música e seu ministério. Depois de um álbum solo (Save Me From Myself, 2008), Welch se conectou com sua banda de uma maneira mais profunda no caminho de um novo projeto musical, Love and Death. Com o lançamento marcado para 22 de Janeiro, Head concedeu uma entrevista a Michael Weaver, do Jesusfreakhideout sobre o álbum Between Here and Lost…

Esta entrevista foi feita em 17 de Janeiro de 2013.

JFH: Para nossos leitores que não estão muito informados, você poderia explicar a razão que o levou a mudar o projeto de apenas seu nome para o nome de uma banda de verdade – Love and Death?
Brian “Head” Welch: Eu deixei o Korn em 2005. Fiz uma gravação solo e, durante três anos, contratei uma banda pra rodar a estrada comigo. Bom, eu meu conectei tanto com esses caras na estrada que eu decidi – nós todos decidimos juntos – a apenas fazer um novo projeto com nome de uma banda e não apenas eu como artista solo. Então, foi assim que aconteceu. Esses caras tem muita estrada e muitas ideias para uma nova gravação [que saiu mês passado]. Então isso é totalmente um esforço em grupo.

JHF: Isso é legal, cara. É bom saber que nem tudo é sobre apenas um, mas sobre o grupo. É bom ouvir isso.
Brian: Eu acho que você tem mais ideias quando outras pessoas estão colocando as suas também, e eu amo isso.

JFH: Eu concordo. Falando em um novo álbum… A música que você lançou antes do álbum é um pouco mais melódica. Ainda é pesada, mas sobretudo talvez um toque mais acessível. Foi algo predeterminado mentalmente por você ou apenas simplesmente um produto que surgiu no processo de composição?
Brian: Isso era algo que eu, definitivamente, queria fazer. Pra não dizer… Vamos colocar dessa forma: o novo álbum tem tudo o que eu amo sobre música, independente se vende muito ou pouco. A melodia… Eu sou um cara melódico; eu amo melodia. Eu queria escrever bem, músicas de qualidade e nosso produtor nos ajudou com isso. Eu estou satisfeito com o bom resultado de tudo. É capaz de atingir uma audiência mais ampla, eu acho, e é por onde nós estamos indo, definitivamente. Eu estou feliz com o produto final.

Between Here and Lost..JFH: Acho que isso soa bem e nessa época – com um pouco de mudança na música e fazendo algumas coisas que você realmente gosta – você realmente tomou as rédeas e agarrou a função de vocalista. Acho que isso saiu muito bem. É o que você está pensando também?
Brian: Cara, muito obrigado. Eu tenho percebido um crescimento, mas tem sido minha maior luta nesse tempo todo: assumir essa função. Muitas vezes eu pensei, “meu, eu realmente quero essa função?” [risos] Eu sei que sou chamado pra fazer isso. Eu sei que é meio que um jeito de ser, então eu continuei forçando; eu tenho desenvolvido mais a força em minha voz. Eu não sei se estou onde eu quero estar, mas eu estou muito melhor. Então estou satisfeito com onde isso está, sim. Estou ansioso para crescer mais nesse aspecto, também.

JFH: Isso é bom ouvir. Você se descobriu muito bem e isso é completamente você, mas eu tenho que perguntar: por que fazer um cover de “Whip It”? Era só uma canção que você gostava muitou ou era algo mais pessoal que isso?

Brian: [risos] Bom, eu estava procurando por um cover para colocar nesse álbum. Na verdade, nós colocamos no EP lançado em abril [de 2012]. Foi o primeiro EP da Love and Death apenas pra ver se o nome ganhava força. Meu empresário teve a ideia de colocar um cover de uma música apenas para dar aos fãs algo além do que eles já tinham e eu gostei disso, “Legal”. Então, ele me enviou uma música da banda The Used; eles fizeram ”Burning Down The House”, do Talking Heads. Então eu ouvir e gostei, “Oh, isso ficaria legal em uma pegada new wave”. Eu não vendi exatamente isso. Eu não tive que fazer uma música new wave, mas eu pensei que seria uma boa ideia. Então, eu encontrei DEVO e apenas o lembrei de ser a banda esquisita na MTV e eu era uma criança. Então, achei uma maneira de fazer isso, [de uma forma onde] nossa música não soasse como “Whip It”. Eu achei uma maneira de fazer nossa própria versão que é realmente divertida. É muito divertida ao vivo, também.

JFH: Quando eu peguei o EP, eu não fazia ideia – era a primeira vez que eu ouvia isso – que era um cover. Eu ficava ouvindo “whip it” no refrão e ficava meio que “o quê?”. Então comecei a prestar atenção e toda a letra estava lá, mas era completamente diferente. Eu gostei de como vocês pegaram isso e fizeram algo completamente novo, de vocês.
Brian: Valeu, cara. Foi algo muito divertido de fazer, mas minha banda ficou meio louca comigo, porque eles ficavam meio que “Por que você não escreve uma letra diferente, porque a música é realmente boa”. Porque se você faz covers, você não é pago por lança-los; DEVO recebe dinheiro por nossa publicidade apenas por nós usarmos isso. Eles estavam meio “Você deveria ter colocado uma letra diferente nisso e então teríamos nossa própria música.” [risos]

JFH: [risos] Falando em músicas… Como eu disse mais cedo, o álbum inteiro parece muito bom, mas a música que mais mexeu comigo é “By The Way”. Você pode me falar um pouco sobre essa canção?
Brian: Oh, sim, cara. Essa é, pra mim, muito profunda, porque eu perdi dois velhos amigos com quem eu saía direto. Eu não os vi por muito tempo no ano passo, mas um deles morreu vítima de overdose de heroína e o outro, de câncer. Isso me chocou e ficou preso em minha alma por um longo período no verão. Então quando eu escrevi essa música, eu estava meio “Isso será sobre [eles].” Eu sentia como eu estava me sentindo e eu não os tinha visto por tanto tempo, e eu pensava sobre suas famílias e amigos. Eu meio que entrei na cabeça e no coração deles. Eu não tinha experimentado a ideia de alguém tão próximo de mim falecendo, então eu meio que pensei sobre como seria isso e isso surgiu em letra, em letras tão profundas. Eu tive um cara que me ajudou em alguns versos e tal então nós surgimos com isso. É sobre estar em luto por alguém amado e tentar descobrir como superar, sabe?

JFH: Apenas ouvindo o quanto isso soa profundo. Parece pessoal, soa emocional. Talvez essas razões são o porquê ela se destacar pra mim entre as outras. Como eu te disse, eu gostei de todo o álbum, mas essa REALMENTE, me tocou.
Brian: Hey, eu realmente aprecio isso, cara. Nós trabalhamos muito nisso, e esse presente, eu acredito, veio de cima, porque eu não era capaz de fazer coisas como as que estou fazendo. Então, com muita esperança pessoas tem sido tocadas por isso. Minha música favorita no álbum é “Meltdown”. Apenas porque, eu não sei… Eu apenas amo essa música.

JFH: [risos] Isso parece muito bom. Eu realmente gostei de “W8 4U.”
Brian: Sim, sim. Mattie Montgomery [do For Today], nosso camarada… Eu amo essa música também. Ela surgiu de forma boa.

JFH: Já voltamos às músicas… Você teve uma excelente equipe de produção com Jasen Rauch, Bem Grosse e Jim Monti. Você também incluiu Paul Pavao e Lee Bridges. Como foi trabalhar com esses caras incríveis na montagem do som de Between Here and Lost?
Brian: Essa equipe… Meu Deus, essa equipe de produção e mixagem é a melhor que eu tive desde os dias do Korn. Estou muito eufórico por ter Bem Grosse e sua mão na mixagem e Paul junto ao Bem, nos ajudando. Jasen Rauch compôs nesse álbum; ele produziu, programou as músicas no álbum – como no lance do DEVO e todas as canções. Ele nos ajudou com os títulos – ele deu nome à faixa “Chemicals”. Eu estava ansioso para trabalhar com esses caras por muitas, muitas, muitas vezes na minha vida antes que eu parasse com a música. Mas, sim, [eu me sinto] muito abençoado, cara.

JFH: Eles fizeram um ótimo trabalho. É muito comum produções se tornarem “super produzidas” e ficam irritantes quando você escuta algo novo, mas acho que não é esse o caminho pelo qual vocês cruzaram.
Brian: Sim, eu acho que ele teve um bom equilíbrio entre uma pegada crua, uns ganchos de guitarra e com os novos sons, tanto com a programação e essas coisas. Eu acho que ele colocou uma boa cabeça no jogo sobre manter um bom equilíbrio de tudo, sabe? Eu confio nele inteiramente com essas coisas.

JFH: Eu acho que vocês fizeram um ótima escolha.
Brian: Obrigado!

JFH: De minha parte, olhando pra trás, eu acho que você poderia ter escolhido qualquer selo. Estou curioso: o que te levou a escolher a Tooth and Nail?
Brian: Bom, fazer rock é difícil agora em geral, e as pessoas sabem que eu encontrei a Cristo e tudo, e isso torna ainda mais difícil. Você sabe, qualquer coisa sobre Jesus e as pessoas agem estranho. Nós estávamos conversando com três gravadoras, também. Nós negociávamos com a Tooth and Nails e mais outras duas e, eu não sei, nós tínhamos certeza dos termos que queríamos. Nós queríamos alguém que realmente nos desse um respaldo e nos dessem o empurrão que precisávamos e a Tooth and Nail nos atendeu um pouco mais que as outras gravadoras. Eles prometeram coisas na negociação e tal que eles realmente queriam o lançamento no álbum. Nos disseram que estavam dispostos a fazer ainda mais. Então, nós achamos que era o sinal que precisávamos que eles nos dessem um suporte acima de tudo. As outras eram legais também, mas algumas coisas que nós questionávamos sobre elas e elas ficavam meio que “Não. Sim, nós não podemos fazer isso, mas ficaremos muito felizes em trabalhar com você, mas nós não podemos fazer isso”, e a Tooth and Nail era mais como “Sim, nós podemos fazer isso E isso e isso”. Isso deu muito certo.

JFH: Isso é algo muito legal de ver. Quando eu estava crescendo, a maioria das bandas que eu ouvia era desse selo. É bacana ver gente nova surgindo por lá.
Brian: Sim, eles são muito bons, cara. Eles estão indo bem. Eles têm uma grande variedade de coisas acontecendo por lá. Conversando com as pessoas e tal, eu já ouvi histórias muito boas e ouvi pessoas que são amargas e não têm histórias muito boas. Eu acho que a Tooth and Nail tem um bom histórico e longevidade. Eles estão aí há muito tempo e têm trabalhado com muitas bandas. Eles devem estar fazendo tudo direito pra ainda estarem aí, sabe.

JFH: Entendi o que você quer dizer, inclusive com um pouco de amargura, mas isso parece como se uma banda que estivesse em uma situação muito ruim fosse pra Tooth and Nail antes que a banda acabasse.

Brian: Sim, isso diz algo sobre eles, né? Por que voltar para algo que não é bom pra você? Eu acho, como qualquer coisa, nós estamos lidando com humanos aqui, então não pode ser olho no olho em cada questão. E você está lidando com músicos que estão colocando tudo em suas gravações e se os sonhos deles não estão se tornando realidade, então as pessoas apontam o dedo para algum lugar. Isso tudo tem sido bom pra nós.

JFH: Isso é bom de ouvir. Love and Death está prestes a embarcar numa ótima turnê no próximo mês. Tenho duas perguntas: vocês já encontraram alguma das outras bandas e como você acha que esta turnê será com toda essa diferença de estilo entre as bandas?
Brian: Acho que vai ser muito bom. Estamos felizes por recebermos um apoio direto da Thousand Foot Krutch. Nós tocamos em um ou dois shows com eles e também conhecemos o pessoal da The Letter Black; nós fizemos algumas turnês com eles e com The Wedding. É como estar como velhos amigos. [JFH: Isso é legal, cara.] Vai ser incrível! A gente tem essa pequena Sprinter, parece uma grande van, e é cheia de bancos de couros. Então vai ser meio difícil dormir porque não temos um ônibus de turnê ou algo assim, mas nós temos nossos bandos do Captain e não são tão confortáveis, mas somos agradecidos por isso. [risos]

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JFH: (risos) O meu único desapontamento é por vocês não virem à Flórida.
Brian: Cara, quer saber? Eu tenho tentado ir à Flórida faz uns dois anos! Tenho conversado com um pessoal no Facebook e não sei o porquê. Eu não sei se são as casas de shows ou o quê. Nunca estive na Flórida com o Red, nem com o P.O.D. Nós estivemos muito próximos de Atlanta, mas foi o mais longe que fomos. É estranho.

JFH: Mudando mais uma vez de assunto. Sua marca, “I Am Second”*, é uma das mais impactantes e populares. Você continua fazendo algum trabalho com esse ministério?
Brian: Eu faço essas coisas quando posso. Eles fazem arrecadação de fundos em diferentes cidade e eu gosto de ir com os outros – eles se nomearam como “Seconds”. Eu me ajunto com os Seconds e ajudo. No que diz respeito a isso, acho que os vídeos falam por sim mesmos; mas não há só isso acontecendo. Nos últimos anos, nós nos encontramos, meio que uma vez por ano, nas sedes de Dallas, e feito eventos e essas coisas. Se alguma coisa acontece, geralmente estou por lá porque eu me tornei amigo do pessoal do I Am Second; eu tenho estado com eles desde o começo de 2008.

JFH: Acho muito bacana o que vocês estão fazendo. É simples, mas poderoso. Eu dei uma olhada no livro “I Am Second” e eu dei o devocional para um amigo no Natal. Estou pensando em dar uma olhada no seu devocional, também.
Brian: Oh, Stronger*? Legal, cara. Valeu por checar isso. Eu coloquei o meu coração nesses livros. Acho que escreverei outro livro, no futuro. Mais pra frente, acho, porque a música tem me mantido muito ocupado, agora, mas te digo uma coisa: música é legal, eu amo fazer música, mas quando eu começo a falar sobre Jesus, seja em livro ou ao vivo, o que for, é quando eu começo a me sentir vivo. Isso é a minha coisa favorita.

JFH: Isso é incrível. É curioso, também. Sempre imaginei isso, mas nunca tinha ouvido muito sobre. Desde que saiu do Korn, você tem mantido contado com os caras da banda?
Brian: Na verdade, não, até recentemente. Ano passado, em 2012, eu saí com eles e até tocamos uma música no show deles. Foi um grande show, cerca de 50 mil pessoas. Eles me pediram pra tocar uma música, uma música que eu, na verdade, toco no meu set com Love and Death. Eu fiquei meio “OK”. Eles pediram tipo 10 minutos antes. Eu estava saindo com eles e, de repente, eles me pediram e eu [hesitante] ok. Eu estava nervoso com as 50 mil pessoas, mas era como nos velhos tempos. Eu fui lá e toquei pra todas aquelas pessoas que estavam lá, foi “Carolina Rebellion”. Foi legal apenas tocar. Isso traz uma confirmação quando você apenas sai com um pessoal, sabe. Então eu meu conectei com eles, um pouco, sim.

JFH: Bacana. Eu soube que houve um pouco de amargura e raiva por parte de alguns fãs e eu não soube como a banda lidou com isso ou eles apenas se afastaram por um tempo?
Brian: Sim, a gente se afastou. Eu fiquei meio “eu não quero fazer nada com eles por um bom tempo.”

JFH: Isso faz sentido. Você tentou se manter afastado de um certo estilo de vida e você tem que se separar de certas pessoas pra isso.
Brian: Com certeza. E quer saber? É muito bom para as pessoas fazer isso e foi muito bom pra mim fazer isso. Foi por um período de tempo, e uma vez que o trabalho em mim estava terminado, essa necessidade havia acabado, então eu senti que a porta estava aberta para voltar porque todas as coisas velhas tinha ido embora. Há um processo quando você se afasta das pessoas e se torna uma nova pessoa, na tentativa de ser uma nova pessoa, você não pode estar com pessoas do seu passado o tempo todo. Isso é, definitivamente, uma grande coisa. Muita gente não consegue se afastar das pessoas que elas são acostumadas pela vida inteira, mas elas estão perdendo uma grande chance em suas almas, você sabe? Eu não mudaria nada pelo mundo. Eu sou muito feliz por ter me afastado e por ter encontrado um jeito de voltar. O que quer que isso signifique…

JFH: Bom, sete anos se passaram, todo mundo sabe que agora isso é sério em você. Isso não era apenas uma coisinha que faz sentido; você é de verdade. Você é sincero sobre Deus e você fala de Sua verdade. Agora, voltar te deu a chance de dar um testemunho a eles e deixa-los ver que isso é real e você; isso foi o que realmente aconteceu.
Brian: Com certeza, com certeza. Eu sou uma nova pessoa por inteiro e as pessoas estão vendo isso e isso é muito bom. Em qualquer grau que isso signifique, Deus ama todo mundo. Isso é tudo o que eu sei. Ele quer que nós vamos onde estão as pessoas que Ele ama e que não ser nos importemos com como estão suas vidas. E se elas não estão vivendo da forma como eu estou? Há muito do amor incondicional de Deus por essas pessoas. Ele envia pessoas para irem ao encontro das que precisam. Ele faz isso o tempo todo.

JFH: Tem algo em particular que você gostaria de dizer que Deus tem feito em sua vida agora? Algo que você gostaria de compartilhar com a gente?
Brian: Todo tipo de coisa. Finalmente, no ano passado, Ele me livrou de toda a minha raiva. Eu lutei com isso e era como um monstro em mim que se manifestou algumas vezes no ano. Eu ficava com muita raiva e perdia a cabeça numa fusão de coisas – como na música “Meltdown” [risos]. E finalmente, em 2012, isso foi tirado de mim e não precisei mais lidar com isso desde então. Eu sei disso porque eu tive várias provas, situações, tribulações e eu estava de um jeito muito melhor. Eu estava melhor.

JFH: Ele nos dá o que pedimos a Ele. Se você buscava se livrar disso, eu acredito que seja algo que Ele, definitivamente, faria.
Brian: Hey, Mike, Eu estou com meu amigo que me deu a pior prova em mim vida agora e eu estou indo muito bem. [risos] Eu estou em Huntington Beach agora.

JFH: Algum pensamento final antes de nos despedirmos?
Brian: Claro. Eu quero dizer às pessoas: Eu tive uma chance de viajar por todo o mundo e não importa o que eu faça, não importa a relação com o Korn, ou com o Love and Death, não importa o que eu faça em minha vida – a única coisa que significou e significa e sempre significará, não importa se eu falha ou tenha sucesso – que é sobre isso que a vida é, e eu apenas encorajo a qualquer um que esteja buscando por um significado em sua vida a dar a Cristo uma chance, cara. Ele é real. Ele está vivo e Ele não é um falso Papai Noel no céu. Ele é o verdadeiro negócio.

OBS¹: “I Am Second é um movimento voltado a inspirar pessoas de todos os tipos a viverem para Deus e para os outros. Atores, atletas, músicos, empreendedores, viciados em drogas. Seu vizinho. Pessoas como você. As histórias autênticas do iamsecond.com têm a intensão de prover uma introspecção nas lutas diárias. Essas são histórias que dão esperança ao solitário e ao ferido, aos que possuem estilo de vida destrutivos e inspiração para o que não foi realizado. Você descobrirá pessoas que tentaram de tudo sozinhos e falharam. Encontre a esperança, a paz, a realização. Seja o Segundo.” Em resumo, é um projeto no qual várias pessoas cristãs, incluindo artistas, contam relatos particulares sobre fatos, digamos, polêmicos, como aborto, moléstia, abuso de substâncias (caso do Head). Clicando aqui, você pode conhecer mais sobre o projeto e os testemunhos em video. E aqui, o testemunho do Head (em inglês) no qual ele diz “com o Korn eu tive tudo, mas deixei isso por uma vida melhor“:

OBS²: Sronger: Forty Days of Metal and Spirituality é o segundo livro escrito por Brian Head. De acordo com o site da Amazon, “Head continua a compartilhar sua vida pessoa com um inabalável devocional de 40 dias de escrituras que o tem ajudado a moldar sua fé em Cristo e encontrar a luz em momentos de trevas. Escrito com paixão e franqueza, essa jornada de 40 dias mostra histórias do passado e presente de Head, bem com fala abertamente sobre suas crises de depressão desde que encontrou a Deus, suas lutas contra as trevas e suas tentativas de entender sua fé, e como, mesmo nesses momentos de fraqueza, a Palavra de Deus tem sido uma das chaves para fortalecê-lo. Aplicando o Antigo e o Novo testamento em cada aspecto de sua vida – desde o tempo com o Korn até sua carreira solo e as mudanças no relacionamento com sua fiha – Head detalha como, não importa o motivo, Deus sempre o guiou em sua necessidade de se tornar uma pessoa mais forte. Uma parte do livro narra sua evolução no relacionamento com Deus, uma parte é um testamento inegável da força espiritual da Bíblia, Stronger é um devocional diferente dos outros – uma homenagem comovente sobre o poder transformador da palavra e um olhar sem barreiras sobre o que significa entregar-se totalmente a Cristo.”

Fonte: JesusFreakHideout

Tradução: Thamires Specht