
Dia 16/09/2010: um dia que ficará marcado para sempre na minha memória! Foi o dia em que tive o privilégio de assistir ao primeiro show realizado pelo Switchfoot no BrasiL! Sim, foi INCRÍVEL! Mas vamos por partes e fiquem calmos, vou relatar como foi o show.
Dia 16/09/2010: um dia que ficará marcado para sempre na minha memória! Foi o dia em que tive o privilégio de assistir ao primeiro show realizado pelo Switchfoot no Brasil! Sim, foi INCRÍVEL! Mas vamos por partes e fiquem calmos, vou relatar como foi o show.
O show ocorreu no Carioca Club, uma casa modesta no bairro de Pinheiros, São Paulo, marcado para começar às 20h. Sem divulgação, a Banda Ortegas abriu o show. Eles empolgaram um pouco e conseguiram aplausos da galera. Mas a expectativa era grande. Quando a equipe de montagem começou a preparar o palco para o Switchfoot entrar, a adrenalina percorre a todos e o público começa a cantar o coro de “Hello Hurricane”, aquele “OooOooO” inconfundível. As 20:35h, após 35 minutos de intensa ansiedade, Chad Butler, o baterista, assume seu posto, seguido por Jonathan MacIntosh (que substituiu o guitarrista oficial Drew Shirley que não veio) e Jerome Fontamillas, no teclado, e logo atrás vem Tim Foreman, baixista. O público vibra, mas ainda falta Jon Foreman, que não se demora. A banda é ovacionada e ouvimos os primeiros acordes de “Needle And Haystack Life”. É impressionante como a galera canta junto. Jon pega sua guitarra e a banda logo emenda “Mess of Me”, que arrepiou a todos. Após a canção, Jon diz suas primeiras palavras direcionadas ao público e, detalhe: em português:
“Amigos, boa noite, São Paulo! Estamos muito felizes por estar aqui pela 1ª vez.”
Ele deixa o público tocar sua guitarra e inicia-se “Stars”. Ele pede: “Cantem comigo” e o público prontamente atende. Ao final, alguém lhe dá um buquê de flores. E vem “Gone”. A música eletriza a todos e Jon se surpreende por todos conhecerem as músicas já tocadas. “You, guys ,are amazing.” E solta mais uma vez em português:
“Espero que seja a primeira de muitas noites aqui.”
Vemos então Jon se preparar com violão e gaita. Não esperava ouvir o que viria a seguir: uma das minhas favoritas do último álbum introduzidas por gaita: “Your Love Is a Song”. Se eu já a achava magnífica na forma como está no álbum, ao vivo ficou perfeita. E a gaita não fica apenas na intro, o solo também é feito com ela. “This Is Your Life” é a próxima e o público vibra muito com a canção. Foreman pede mais uma vez: “Sing with me”. E a empolgação do frontman é contagiante, e até com a boca ele tocou as cordas de sua guitarra.
“The next song is about unit.” A galera pula e “We Are One Tonight” começa. A banda conduz a música e Jon conversa com o público e faz algo como um espontâneo. Surpreendendo muitos ali, a próxima música é nada mais que “Learning To Breathe”. A banda ficou abismada de ver o público cantando apenas com os instrumentos, sem o acompanhamento do vocal.
Para a próxima canção “The Sound”, Foreman fala sobre a dedicação ao seu herói, Mr. John M. Perkins. A casa treme ao som do refrão: “This is the sound of a heartbeat! This is the sound from the discontented mouths of a haunted nation. We are the voice of breaking down! Can you hear me? This is the sound! Of a desperation bound by a heart collision! We are the voice of breaking down!” Com certeza, essa foi uma das canções que mais eletrizou a todos, uma das mais agitadas! Então ouvimos do Jon: “we love this”.
“Hello Hurricane” arranca gritos do público e Jon pede que cantem com ele a canção. Ele também agradece pelo carinho e diz que há muito tempo queriam vir ao Brasil e que estavam muito felizes por finalmente estarem aqui. Citando C.S. Lewis, a banda começa a tocar “This Is Home”. Ao vivo, a canção também ficou linda.
Tambores são colocados no palco e Tim começa a tocá-los. São as primeiras batidas de “Free” que faz todos pularem e gritarem: “Free, Come set me free. Down on my knees. I still believe you can save me from me.” O solo da canção é arrepiante com três tambores sendo tocados. O próprio Foreman arrebenta com um tambor, levando-o praticamente pra cima do público. A banda agradece e Jon apresenta cada um dos integrantes.
O toque no teclado denuncia: “On Fire”. Percebi o quanto eles se entregam à música. Jon cantava numa linda emoção. Eu estava ao lado direito do palco, em cima de uma caixa de som. Jon veio na minha direção e segurou minha mão. Ele foi ao centro do palco e voltou ao meu lado e disse “Can you help me?” É óbvio que eu disse que sim, então ele segurou minha mão e desceu do palco, passando por cima das caixas de som para, nada menos que se pendurar no alambrado do camarote. E cantou todo o restante da música assim: pendurado e sendo segurado pelos seguranças. Ao final, a galera gritava “JUMP”, mas era alto demais. Na hora de subir de volta ao palco, eu o ajudei mais uma vez e ele me agradeceu por isso! Achei que meu coração pararia naqueles momentos.
Tietagem a parte, continuemos: “Awakening”, seguida por “Meant To Live”. Foram os momentos finais do show. Extremamente empolgante, a galera vibrava a cada acorde e batida. Jon diz em português: “Te amo, São Paulo.” E a banda sai do palco.
É claro que todos já esperávamos isso, mas, como fãs, gritamos: “One more song! One more song!” e em seguida, pedimos: “Dare you to move”.
Aproveito para comentar aqui que o mais empolgado em palco é o Jon Foreman. O fôlego que ele tem é contagiante. Os outros são mais quietos, paradões, mas não deixam a desejar de forma alguma em questão musical e simpatia; estavam sempre sorrido. Pude notar que todos se sentiram muito a vontade conosco. Embora Jon se arriscasse no português, ele conversava muito com a gente em inglês mesmo.
Após o pedido de retorno, apenas o Foreman volta, pega seu violão e diz: “então, que tal tocarmos mais duas músicas ao invés de uma?” Totalmente acústica, ouvimos “Only Hope”. O acompanhamento do público foi emocionante.
Jon introduz “Dare You To Move”. Toda a banda retorna ao palco para continuar a canção. Essa foi a mais pedida, a mais comemorada, a mais cantada, a mais empolgada pelo público. Jon então, finalmente agradece a todos, a banda se junta ao centro do palco e se despedem, não sem que Jon Foreman diga:
“Eu realmente espero que essa tenha sido a primeira de muitas noites aqui com vocês no Brasil. Vocês são incríveis.”
Nós, também, Jon. Esperamos ansiosamente pelo retorno do Switchfoot ao Brasil!
Thamires Specht
Set List do show em São Paulo
- Needle and Haystack Life;
- Mess of Me;
- Stars;
- Oh! Gravity;
- Gone;
- Your Love is a Song;
- This is Your Life;
- We Are One Tonight;
- Learning To Breathe;
- The Sound (John M. Perkin’s Blues);
- Hello Hurricane;
- This is Home;
- Free;
- On Fire;
- Awakening;
- Meant to Live;
- Only Hope;
- Dare You To Move.
Publicado também no It.Sounds.Like
Foto de capa por Gabe Cardoso





5 Comentários
\o/ primeiro post da Tha \o/
seja bem vinda…
Ps.: o de Ribeirão foi melhor eim rsrsrs
Eu realmente ainda não acredito que perdi esse show!! u.u
apdD, Thamires…
Bom! postei a maioria dos cd’s do Switchfoot aqui no AM, mas em relação ao show (trabalhando muito como sempre, então sem chance!) huahsuahsuahsuahuas.
Thamires (Seja bem-vinda), pensei que não fosse estrear nunca aqui na casa do AM.
God Bless!
abraços, D72
Opa! apdD, Thamires…
Seja bem-vinda na casa do AM.
Puxa! achei que não fosse estrear nunca aqui huahsuahsuahsuahs.
Fico feliz por ter apresentado a maioria dos cd’s do Switchfoot nesta casa, mas qto ao show (sem chance de ir, devido ao trabalho).
God Bless!
abraços, D72
eitcha que chique, review de show
mto massa, seja bem vinda hermana!
sobre o show
so resta minha “inveja santa” hehehe